nunca falei contigo, é certo. sempre te admirei, de longe. confesso que sempre me despertaste um pouco de interesse na medida em que ao ver-te a curiosidade em conhecer a tua história surgiu. é verdade que pudesse parecer perconceito, mas não, não, não, nunca foi. pareceste-me um menino especial, e quando conheci a tua história, bem aí passaste a ser um alguém importante para mim. ridiculo talvez, mas a tua história tocou-me tanto que daí para a frente eu tinha que saber mais, tinha e queria. fui sempre sabendo, tudooo. sem que tu nunca soubesses talvez da minha existância.a tua força, a tua coragem sempre foram incriveis e admiraveis. hoje digo-te que sou uma espécie de fã, admiro-te e sempre te admirei, de cada vez que me contavam mais uma batalha e uma vitória tuas.não duvido que marcaste a vida de muita gente pela tua maneira de ser, e os teus amigos, bem esses nuncaaaa te vão esquecer.
é dificil ver alguém partir assim, alguém forte como ele sempre foi... mas a vida é assim, injusta.
foi um exemplo de força, coragem... um exemplo de vida! e é assim que, pelo menos, vai ficar gravado na minha memória...
PR !
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
terça-feira, 10 de agosto de 2010
pois é ...
sim. é pena que por vezes seja tarde tarde até demais. mas é aí que percebemos o bom da vida, quando ele já cá não está. quando nos rejeita dizendo que não demos o devido valor, pois é ! é pena. lastimável até, no meu ponto de vista. mas isto sou só eu a vaguear por aí, falando sempre numa prespectiva triste e amargurada enquanto encaro a vida com um sorriso na cara. estranho não? talvez. simplesmente aprendi a viver com as desilusões daqueles que me rodeiam. voltando ao assunto que me levou HOJE a escrever é triste ver que só queremos aquilo que não temos. quando é nosso, desprezamos - talvez não da forma que estamos habituados a entender por desprezar, mas acredito que haja várias formas de desprezo - quando não temos percebemos como fomos hipócritas. é, eu já passei por isso. e talvez por isso não consiga fazer os outros passarem pelo mesmo também. mas há um dia - o dia - em que perdemos as estribeiras e deixamos cair a nossa própria dignidade, mais que isso passamos a pensar PRIMEIRO em nós e depois nos OUTROS - ao ponto de nos chamarem egoístas - e aí sim, encontramos a nossa felicidade.
também vais ter que perder para perceberes que te faz falta?
também vais ter que perder para perceberes que te faz falta?
domingo, 1 de agosto de 2010
4 pegadas
Hoje sei que deixei as minhas pegadas na areia por onde passei, simples, inocentes...mais que isso, únicas.
Aquelas pegadas são diferentes de todos os milhares de pegadas que por lá passaram. Algumas passaram-lhes por cima, outras gritavam por baixo delas, mas nem assim as minhas pegadas deixaram de um dia lá terem sido gravadas. Podiam remover toda a areia das praias, podiam vir as ondas mais fortes e apagar as minhas pegadas dali, podiam passar uns pés maiores que os meus que as abafariam, mas tenho uma certeza: um dia, no dia em que eu por lá passei, as minhas pegadas marcaram aquela praia. Mudaram-na. Também sei que nem as minhas próprias pegadas são iguais entre si de cada vez que piso a areia. Ou porque fiz um pouco mais de força nos dedos do pé, ou porque vinquei o calcanhar, ou pelo simples facto de umas vezes correr pela praia e outras andar calmamente... Por mais que tentasse nunca conseguiria desenhar uma pegada EXACTAMENTE igual à anterior.
Na vida também deixo muitas pegadas por aí. Com certeza que muitas são passadas por cima e esquecidas, outras são levadas pelo mar e é chorada a sua ausência, outras simplesmente são vividas e guardadas no coração. Essas pegadas que alguns guardam no coração são talvez as mais bonitas e torná-las cada vez mais especiais é simples: agarras-me a mão com a amizade que me dás e eu não caio, simplesmente sigo o meu caminho contigo a meu lado, em frente e aí deixo de desenhar duas pegadas a cada instante e passo a desenhar quatro pegadas...
São essas quatro pegadas que é bonito ver. E por mais ondas, pés gigantescos e fúteis, ventanias infernais, as nossas pegadas jamais serão apagadas do areal por onde passámos.
A essas quatro pegadas eu chamei um dia amizade ...
Aquelas pegadas são diferentes de todos os milhares de pegadas que por lá passaram. Algumas passaram-lhes por cima, outras gritavam por baixo delas, mas nem assim as minhas pegadas deixaram de um dia lá terem sido gravadas. Podiam remover toda a areia das praias, podiam vir as ondas mais fortes e apagar as minhas pegadas dali, podiam passar uns pés maiores que os meus que as abafariam, mas tenho uma certeza: um dia, no dia em que eu por lá passei, as minhas pegadas marcaram aquela praia. Mudaram-na. Também sei que nem as minhas próprias pegadas são iguais entre si de cada vez que piso a areia. Ou porque fiz um pouco mais de força nos dedos do pé, ou porque vinquei o calcanhar, ou pelo simples facto de umas vezes correr pela praia e outras andar calmamente... Por mais que tentasse nunca conseguiria desenhar uma pegada EXACTAMENTE igual à anterior.
Na vida também deixo muitas pegadas por aí. Com certeza que muitas são passadas por cima e esquecidas, outras são levadas pelo mar e é chorada a sua ausência, outras simplesmente são vividas e guardadas no coração. Essas pegadas que alguns guardam no coração são talvez as mais bonitas e torná-las cada vez mais especiais é simples: agarras-me a mão com a amizade que me dás e eu não caio, simplesmente sigo o meu caminho contigo a meu lado, em frente e aí deixo de desenhar duas pegadas a cada instante e passo a desenhar quatro pegadas...
São essas quatro pegadas que é bonito ver. E por mais ondas, pés gigantescos e fúteis, ventanias infernais, as nossas pegadas jamais serão apagadas do areal por onde passámos.
A essas quatro pegadas eu chamei um dia amizade ...
Subscrever:
Mensagens (Atom)